27/12/2016

Aluguel para estudantes


O período dos vestibulares é uma época em que, normalmente, o mercado de locações de imóveis fica mais aquecido. Em Campinas esse fato é bastante comum, pois a cidade conta com várias universidades e recebe estudantes da região e de outras partes do país. Quais são as dicas para quem vai sair de casa e alugar um imóvel pela primeira vez?

A primeira delas é antecipar a procura, pois a demanda costuma ser alta e as boas ofertas podem ser perdidas. Em geral, a data de anúncio dos aprovados no vestibular é uma ocasião em que a procura aumenta. Se você acredita que tem boas chances de mudar de cidade, é melhor adiantar a busca.

Com a oferta de anúncios na internet, é fácil começar uma pesquisa. Você pode fazer buscas, inicialmente, nos bairros que estão nos arredores ou relativamente próximos à universidade. Essas buscas já permitem ter uma noção dos valores e das distâncias. Separe os imóveis que despertam maior interesse, selecionando opções em bairros distintos.

Outro passo importante para ganhar tempo é ter toda a documentação em dia para agilizar o processo de locação. Em geral, todos dispõem dos documentos essenciais (como RG, CPF etc.). A questão é definir qual será a garantia oferecida. As mais comuns são um fiador, um depósito caução ou um seguro fiança.

O fiador, que é a pessoa que se responsabiliza pelo pagamento das prestações caso o locatário não o faça, deve ter um imóvel quitado em seu nome e comprovar a sua renda. A questão que muitas vezes complica o negócio é a exigência de um fiador na própria cidade. O Código Civil prevê essa possibilidade e é um direito que muitos proprietários de imóveis podem exigir. E exigem.

Caso você não conte com um fiador, uma alternativa é o depósito caução, que é um depósito no valor equivalente a três parcelas do aluguel em uma poupança. Sua desvantagem é ter que dispor de um montante alto de recursos imediatamente.

Uma opção para quem não conta esses valores é o seguro-fiança. Ele corresponde a um seguro que o proprietário pode exigir para evitar ficar sem receber caso o locador não pague as mensalidades.

Tendo toda a documentação definida, um passo posterior é visitar os imóveis selecionados. Escolha no mínimo três imóveis para visitar. Há clientes que visitam ainda mais do que isso, o que não é ruim.

Em geral, uma conveniência muito desejada é a oferta de móveis. Há imóveis que já são oferecidos com armários planejados ou embutidos nos quartos e na cozinha. Isso dispensa gastos para quem vai alugar. Procure imóveis que disponham de armários, o que é relativamente comum.

Avalie também questões ligadas ao transporte. Verifique a proximidade de linhas de transporte público, para facilitar os deslocamentos. Para quem já dispõe de um veículo, a oferta de garagem própria é um item bastante procurado.

Por fim, na fase de visitas aos imóveis, vale a pena percorrer a pé as imediações do imóvel desejado para avaliar a oferta de serviços, como supermercados, farmácias, padarias etc. Converse com moradores e comerciantes do bairro e procure descobrir quais são as condições de segurança no local. Estes são fatores que têm um peso elevado na hora de decidir pela escolha de um imóvel.

E se precisar, conte com a oferta de imóveis para alugar em Campinas da Rede Provectum. Basta entrar em contato conosco pelo telefone (19) 2511-4111 ou consultar aqui.

Cuidados com sua residência antes de viajar


Chegaram as férias e a sua família planejou fazer uma longa viagem. Isso é muito bom! Mas é preciso deixar a casa em segurança durante a ausência prolongada de toda a família. Que cuidados devem ser tomados? Confira a seguir uma série de dicas:

Retire das tomadas os aparelhos eletrônicos - tempestades com raios podem causar estragos em seus equipamentos. O ideal é retirar tudo da tomada. Além de evitar esse risco, os equipamentos também costumam ter um consumo mínimo de energia quando estão na tomada. E isso é desnecessário nesse período;

Feche o registro geral da água - essa medida impede que vazamentos ocorram durante a sua ausência e você tenha surpresas desagradáveis ao chegar de volta;
Elimine alimentos perecíveis - alimentos que estão na geladeira ou frutas devem ser doados, congelados ou descartados;

Limpe todas as lixeiras - retire todo o lixo que ficou nas lixeiras e descarte-o. Ele pode produzir odores desagradáveis durante a sua ausência;

Tranque o portão eletrônico da garagem - ainda que você possua um comando eletrônico para a abertura do portão, deixe as suas trancas fechadas. Esses comandos eletrônicos podem ser clonados por especialistas. Use outros recursos para trancar o portão;

Cancele a entrega de jornais e revistas - pilhas de jornais e revista em sua porta são um indicador claro de que proprietário está ausente. Isso pode despertar a atenção de ladrões. Cancele todos esses serviços temporariamente;

Peça que alguém de confiança visite o imóvel - peça a seus parentes ou vizinhos de confiança que visitem regularmente o imóvel para checar se tudo está bem, se não há nenhuma anormalidade;

Desligue o telefone e a campainha - vale a pena desligá-los ou deixá-los em um volume baixo. Eles também podem ser indicadores de uma ausência longa dos donos;

Tranque muito bem as janelas e portas - vale a pena checar se todas elas foram bem fechadas. Portas e janelas de correr podem ser escoradas com pedaços de madeira. Verifique todas elas;

Se possível, não deixe objetos de valor em casa - caso você disponha de objetos de valor, se for possível, guarde-os com outra pessoa de confiança. Se não for possível, procure escondê-los muito bem em sua casa;

Seguro - ter um seguro residencial é sempre uma boa alternativa e eles não custam muito caro. Em geral, são bem mais baratos que os seguros automotivos. Consulte um corretor e garanta a proteção ao seu patrimônio.


Créditos: Blog Provectum

O que é ITBI?


Na hora de comprar um imóvel é preciso prever uma série de despesas complementares ao seu valor, tanto para a regularização dos documentos quanto dos tributos obrigatórios. Um desses impostos é o ITBI (Imposto de Transmissão de Bens Imóveis). Como ele deve ser pago?

O ITBI é um imposto municipal, cobrado em todo território nacional. Cada município tem a sua alíquota. Em Campinas, por exemplo, desde 2014 a incidência é de 2% de imposto sobre o valor venal do imóvel negociado.

Esse imposto sempre é cobrado quando um imóvel é transferido de um proprietário a outro. A exceção são os casos de doação e herança. Nestas situações, não é preciso recolher o ITBI.

O pagamento do ITBI deve ser feito pelo comprador do imóvel. Contudo, há situações em que, no contrato de compra e venda, pode ser feito um acordo pelo qual o vendedor se compromete a fazer o pagamento. Tudo depende da negociação e do acerto. Contudo, se o vendedor não pagá-lo, a Prefeitura fará a cobrança ao cobrador, pois a responsabilidade legal cabe a ele.

O pagamento desse tributo pode ser feito em duas ocasiões, dependendo de como a Prefeitura local define. Em algumas cidades, a taxa é recolhida na ocasião da lavratura da escritura pública. Em outras, na ocasião do registro da escritura.

O que é importante, portanto, é prever esta despesa na hora de fazer um negócio imobiliário. Não deixe que ocorram surpresas em seu orçamento. Em caso de qualquer dúvida, conte com nossa assessoria. 


Fone (19) 2511-4111

Plantas para ter em sua casa


Cultivar plantas em casa é uma tarefa relaxante e que proporciona um ambiente muito mais aconchegante e agradável. Melhor ainda se essas plantas tiverem propriedades para purificar o ar de casa.

É verdade que o potencial de purificação do ar interno é reduzido, e ninguém irá colocar uma quantidade grande de plantas em casa visando melhorar o ar. Isso pode até fazer mal. Mas, na hora de escolher as plantas para decorar o seu ambiente, que tal escolher algumas espécies com propriedades para filtrar o ar que você respira? Conheça algumas delas:

Lírio da paz - Ele pode ser cultivado dentro de casa, mas não se adapta bem a ambientes muito frios. Se você tem crianças ou animais domésticos, tome cuidado: ele é uma planta tóxica. Mas ele tem flores lindas e uma bela folhagem;

Jiboia - planta trepadeira que se adapta muito bem a ambientes internos. Podem ser plantadas em vasos ou junto à raiz de outras plantas. Elas crescem rápido e seu cultivo pode exigir podas regulares;

Imbé - planta também do tipo trepadeira, com folhas verdes bem largas. Outra planta que se adapta bem a interiores. Requer um solo bem adubado;

Hera - outra espécie de trepadeira, e que pode ser cultivada em vasos pendentes, resultando em um bonito aspecto visual. Planta de fácil ambientação a espaços interiores;

Planta aranha - conhecida pelas suas folhas que lembram patas de aranhas, a Planta aranha (ou Clorofito) vivem bem em ambientes com sombra e pouca luz. Sua folhagem é elegante, e ela ainda germina lindas flores brancas;

Espada de São Jorge - planta que se adapta muito bem a ambientes internos e ótima para quem tem pouco tempo, pois exige poucos cuidados e pouca rega. Mesmo assim, ela se desenvolve rapidamente e pode exigir podas frequentes;

Aloe Vera - ela é uma suculenta que exige muita luz e pouca água. Também é conhecida como Babosa. Ela precisa ser podada regularmente, mas é preciso cuidado: ela elimina um suco viscoso quando suas folhas quebram. Por isso, tal como o lírio da paz, esta espécie também deve se mantida longe do alcance de crianças ou animais domésticos;

Dracena de Madagascar - planta cuja folhagem cresce verticalmente, sendo uma ótima opção para decorar cantos de interiores. Coloque-a em um canto bem ensolarado, pois ela precisa de luz, e não pode ser submetida ao frio e a ventos fortes;

Azaleias - pode ter várias tonalidades de cor e são lindas quando brotam as flores. Podem ser plantadas em vasos, ainda que isso limite o seu crescimento. Ela se adapta bem a ambientes com muita ou pouca luz. Mas é outra planta que, apesar de linda, tem poder tóxico. A azaleia é uma das poucas flores que se adaptam bem a ambientes internos.


Créditos: Blog Provectum

Reformar para vender


No mercado imobiliário, é muito comum encontrar anúncios de imóveis recém-reformados. Isso é ainda mais frequente entre os imóveis mais antigos, que costumam ser repaginados antes de serem colocados à venda. Vale a pena reformar antes de vender?

Em geral, a resposta é positiva. Uma reforma pode deixar o imóvel com cara de novo e estimular a sua venda. Mas é um erro exagerar na reforma. Mudanças drásticas na planta do imóvel podem custar muito caro e não ter o retorno esperado.

Portanto, reformar é vantajoso quando isso é feito de modo equilibrado e alterando detalhes cruciais, que despertam a atenção de quem está à procura de um imóvel. As paredes do imóvel, por exemplo, devem estar em excelente estado, livres de rachaduras, mofo, trincas, manchas etc. Muita gente tem o costume de pintar as paredes antes de colocar o imóvel à venda. São soluções que facilitam o negócio.

Se o seu imóvel for uma casa, o mesmo deve ser feito na fachada e nos muros. Se tudo estiver muito bem apresentado, com pintura nova e cara de imóvel novo, sem dúvida causará uma ótima impressão inicial em quem visitá-lo. Evite deixar a casa com muros pichados, pintura descascando, telhas quebradas etc.

Caso os pisos e azulejos encontrem-se em mau estado, pode ser conveniente substituí-los. Estes são itens que igualmente chamam a atenção de um visitante. Cozinhas costumam ser áreas comumente reformadas, inclusive com a troca da pia, metais e instalações hidráulicas.

Por outro lado, realizar reformas profundas pode não ser uma solução rentável. Há pessoas que imaginam que quebrar paredes e ampliar a sala, transformar uma cozinha em americana ou converter um quarto em sala de estar podem valorizar um imóvel. Nem sempre.

Tais mudanças podem não agradar um potencial comprador. Muitas vezes, é melhor deixar a estrutura como está e deixar por conta do futuro morador eventuais reformas. Construir uma edícula ou uma nova garagem podem ser mudanças de custo muito elevado, que não necessariamente vão satisfazer um cliente para seu imóvel.

Mudar a planta do imóvel, por exemplo, não vale a pena mesmo. Além da complexidade da realização de obras que afetam a estrutura do imóvel, há também uma série de questões legais que precisam ser atualizadas após reformas deste tipo. Muita dor de cabeça para um retorno que pode não ser o esperado.

Portanto, a dica é realizar reformas pontuais e de aspectos essenciais da estética do imóvel. Assim você não gasta muito e tem mais chances de conseguir negociar por um valor superior o seu imóvel.


Créditos: Blog Provectum

Como funciona o seguro fiança?


Quer alugar um imóvel? A legislação brasileira prevê que um destes três tipos de garantias seja apresentado por um candidato a inquilino: um depósito-caução, um fiador ou um seguro fiança.

Destas três possibilidades, o seguro fiança é escolhido nos casos em que a pessoa não dispõe de recursos para um depósito-caução ou não possui (ou não quer) contar com algum parente, familiar ou amigo que se ofereça a ser o fiador do negócio.

No caso do seguro fiança, antes de mais nada é preciso checar se o locador está disposto a aceitá-lo como uma forma de garantia. Depois, é preciso procurar uma seguradora para checar qual a documentação e os custos de um seguro fiança.

Como ele funciona? 


O seguro fiança garante ao locador (proprietário) o pagamento das mensalidades em caso de inadimplência do inquilino. Este, por sua vez, precisa arcar com o valor do seguro, cujo pagamento, em geral, pode ser parcelado mês a mês.

A cobertura do seguro fiança garante ao locador não somente o pagamento das mensalidades como também o das multas que cabem ao inquilino inadimplente. Em alguns casos, caso isso seja contratado no plano, é possível estender a cobertura aos pagamentos do condomínio, IPTU, água, luz e gás canalizado, e até mesmo a danos ao imóvel e multas por rescisão contratual.

A contratação do seguro requer a apresentação de uma série de documentos exigidos pela seguradora. Em termos de custos, em geral, o valor anual do seguro (que, como foi dito, pode ser pago de forma parcelada) corresponde a pouco mais que o valor de uma mensalidade do aluguel.


Créditos: Blog Provectum

Como decorar imóveis pequenos?


Muitos imóveis atuais têm dimensões reduzidas, e valem todos os truques para ganhar cada vez mais espaço e aumentar seu nível de conforto. Para isso, confira algumas dicas para aumentar a sensação de amplitude nesses locais.

Uma delas é apostar em cores claras. Pode não parecer, mas imóveis com cores escurecidas transmitem maior sensação de aperto. Cores mais claras, como o branco, cinza, bege etc., quando usados na pintura de paredes e de móveis, tornam o ambiente mais "clean" e arejado. Se você gosta de cores alegres, use-as em outros objetos de decoração da casa, como almofadas, tapetes, luminárias etc.

Outra dica importante é explorar os espaços elevados e suspensos nas paredes. Armários, prateleiras e nichos podem ser posicionados em locais mais altos, cumprindo a sua finalidade e deixando espaços livres na parte inferior das paredes. Na cozinha, porta-louças e outros tipos de porta-objetos também podem ser suspensos e presos às paredes, deixando espaço livre na pia.

Com relação ao formato dos móveis, mesas quadradas ou retangulares ocupam menos espaço. Mesas redondas são mais espaçosas e requerem mais áreas livres, ainda mais se são levadas em conta as cadeiras. No caso das mesas, uma dica é deixar uma de suas faces encostada na parede. De fato, móveis com um design mais reto tendem a facilitar a circulação.

Quanto às cadeiras, procure as que têm encosto baixo. Elas podem ser colocadas sob a mesa, quando não estiverem sendo usadas, aumentando o espaço para a movimentação. Além disso, pés de mesas vazados igualmente transmitem mais sensação de espaço.

Por fim, vale a pena explorar todos os cantinhos possíveis. A parte de baixo de mesas e racks, por exemplo, pode ser usada para guardar caixas, gavetas, pufes etc. Muitos objetos do dia a dia podem ser guardados em pequenos cantos, como a parte de baixo de escadas, por exemplo. Nessas horas, vale a pena usar a criatividade.


Créditos: Blog Provectum

01/12/2016

Revista Rede Provectum - Edição 30 - Novembro e Dezembro 2016



REVISTA REDE PROVECTUM - Edição 30 - Novembro/Dezembro/2016

Já foram distribuídas as revistas da Rede Provectum Novembro/Dezembro/2016.
Neste número, a matéria principal é sobre os municípios inteligentes, com destaque para 06 cidades da RMC que estão no mapa das cidades mais inteligentes do Brasil. Quer saber mais? Não deixe de pegar seu exemplar gratuitamente e um dos 200 postos de distribuição ou leia a revista online, na íntegra:
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Demanda por imóveis pode melhorar em 2017


Os preços de imóveis residenciais tendem a ficar estáveis, com alguma tendência de queda em termos nominais, segundo Danilo Igliori, presidente do DataZap, serviço de inteligência imobiliária do Portal ZAP. Há espaços para quedas, em 2017, na avaliação de Igliori, mas é esperada recuperação de demanda por imóveis e do preço a partir do segundo semestre.
“A variação de preços vem perdendo para a inflação há bastante tempo, mas existe relativa estabilidade em termos nominais de compra e venda”, diz.
O presidente do DataZap ressalta que é preciso que os fatores macroeconômicos melhorem – com destaque para a queda mais expressiva de juros e recuperação do mercado de trabalho – para que haja suporte ao setor imobiliário, um dos mais impactados pela priora do cenário.
Nesses contexto, destaca Igliori, a análise de locais e tipologia para a definição de lançamentos pelas incorporadoras precisa ser mais detalhada. “Se a análise é refinada, as incorporadoras podem ser mais assertivas na tomada de decisões de lançamentos de imóveis”, diz.
Citando que “não basta mais olhar para o macro”, Igliori conta que, na rua Fradique Coutinho, localizado no bairro de Pinheiro, na zona Oeste de São Paulo, a diferença de preços do metro quadrado chega a 21%.

A base de dados do DataZap possibilita, segundo Ele, oferecer “mapeamentos de preços e demanda para imóveis novos e usados nas principais regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, de Belo Horizonte, de Por Alegre e de Campinas”, a Intenção é oferecer suporte às decisões do mercado imobiliário.

Créditos: Valor Econômico - 30 de Novembro de 2016
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