25/05/2017

Feirão da Caixa em Campinas

A Caixa Econômica Federal realiza em Campinas e em 13 outras cidades na sexta-feira (26), à 13ª edição do Feirão da Casa Própria. O evento vai até dia 28 e terá uma oferta total de 13,6 mil imóveis distribuídos em 48 empresas. A expectativa do banco no país todo é movimentar ao menos R$ 10,5 bilhões em vendas neste ano, repetindo o desempenho registrado no ano passado.
Caso a previsão se confirme, será o primeiro ano de estabilidade no evento, após uma série de quedas nas vendas nos últimos anos em meio à crise que assola o País. Em 2015, foram R$ 11,0 bilhões em vendas, enquanto em 2014, esse montante chegou a R$ 15,6 bilhões.
O evento acontece na Expo D. Pedro, no Shopping Parque Dom Pedro Avenida Guilherme Campos.
Em bate-papo com jornalistas e internautas nesta segunda em redes sociais, o vice-presidente de Habitação da Caixa, Nelson Antônio de Souza, adotou tom otimista e incentivou o público a fechar negócios. "Para quem realmente quer fazer a aquisição da casa própria, esse é o momento", afirmou.
Souza mencionou que as moradias tiveram baixas nos preços, mas, segundo ele, devem voltar a subir em breve, refletindo o incipiente movimento de recuperação da economia e da renda da população. "O cenário econômico é altamente favorável para a aquisição dos imóveis", ressaltou.
O vice-presidente da Caixa reiterou que o banco conta com um orçamento de R$ 84 bilhões para financiar a compra e a construção de imóveis neste ano. O volume é um pouco maior do que no ano passado, quando totalizou R$ 81 bilhões, e não há previsão de alterações mesmo diante do cenário de incertezas políticas e econômicas geradas pelas delações da JBS. "Não vão faltar recursos (para o crédito imobiliário)", garantiu. O executivo também negou que haja, neste momento, intenção do banco em subir as taxas de juros dos empréstimos.
O Feirão
O Feirão será realizado em duas datas. A primeira etapa será entre 26 e 28 de maio nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Campinas, Belém, Florianópolis, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, Salvador, Goiânia e Uberlândia. A segunda data será em 23 e 25 de junho em Brasília, Fortaleza e Curitiba.
O evento contará com a oferta de 228 mil imóveis novos e usados, dentro de todas as modalidades de crédito habitacional do banco, como recursos originados no FGTS e no SBPE. A maioria das moradias estará enquadrada no Minha Casa Minha Vida (MCMV), com imóveis de até R$ 300 mil.
Créditos: Correio Popular

11/04/2017

Avaliação de Imóveis


O mercado imobiliário ainda tem deficiências quanto à avaliação de imóveis, o que causa entre os proprietários, seja no momento de vender ou alugar, dezenas de dúvidas, além da demora ocasionada pela precariedade com que foi feita a análise para divulgação do imóvel.
O que percebemos é que tal situação é alavancada e agravada pelas pessoas que entram no mercado buscando resultados imediatos, se preocupando apenas com a prospecção do imóvel e não com sua avaliação dentro dos parâmetros exigidos pelo mercado imobiliário. Encontramos no dia-a-dia as situações mais bizarras de avaliações, podemos citar algumas que prejudicam muito, tanto os proprietários quanto os próprios corretores de imóveis:
  • Pessoas que não sabem nem a localização do imóvel e fornecem valores via telefone, e-mail ou nas redes sociais.
  • Pessoas que colocam valores elevados, mesmo sabendo que o imóvel não será comercializado no valor que avaliou, mas somente para satisfazer o proprietário, visando manter este produto só com este corretor ou imobiliária, prejudicando todos, mesmo porque nos dias atuais, com a facilidade da informação, sejam compradores ou locatários (inquilinos), todos estão diplomados e pesquisam muito, conhecendo o valor justo dentro do mercado.
  • Pessoas que não utilizam os critérios definidos para a avaliação de imóveis, como o método comparativo de dados de mercado que visa a pesquisa com dados de imóveis vendidos ou alugados na região, com as mesmas características desde metragem de terreno, área construída, acabamento, localização, benfeitorias, enfim. 
Se você, proprietário, deseja vender ou alugar seu imóvel, pesquise com profissionais capacitados, conheça um pouco do histórico tanto do profissional quanto da empresa envolvida na Avaliação. Várias vezes durante o dia nos deparamos com ligações de clientes, perguntando os motivos de seu imóvel não ter sido vendido ou alugado e por diversas vezes, visualizamos uma avaliação bem acima de mercado, que foi feita sem nenhum tipo de cuidado, o que provoca a insatisfação do proprietário e também dos profissionais que poderiam ter trabalhado o imóvel com chances de realizar o negócio.
Quer fazer bons negócios, contrate um corretor profissional. 

Por HENRIQUE ARANTES 

Para fazer uma avaliação corretamente e vender seu imóvel rapidamente, estamos à disposição: (19) 2511-4111 ou (19) 99230-7505

23/03/2017

Revista Rede Provectum edição Março/Abril 2017

E já saiu a nova edição da Revista Rede Provectum, clique no link e leia na integra: http://blog.provectumimoveis.com.br/revista/2017/03


06/03/2017

Rede Provectum deve atingir crescimento de 100% em 2017 com sistema de Credenciamento de unidade


Campinas, 6 de Março de 2017 - Maior rede imobiliária da Região Metropolitana de Campinas (RMC), a Rede Provectum começa 2017, ano que completa 30 anos, com sete novas unidades em operação e previsão de dobrar suas operações – próprias e credenciadas - até o final do ano, com a abertura de mais cinco filiais. Dentro de seu plano de expansão, iniciado no final de 2015, a empresa está entrando no segmento de lançamentos imobiliários, com a abertura de uma unidade exclusiva para atuar no Interior de São Paulo, região metropolitana de São Paulo e Sul de Minas Gerais. Somente a Provectum Lançamentos terá 230 corretores, que se somam aos 220 colaboradores que prestam serviços para a empresa.
projeto de Credenciamento – aberto para ex-gerentes, investidores e imobiliárias de pequeno e médio porte que passam a trabalhar com a marca da companhia e a utilizar todo seu banco de dados e integrado – teve inicio no último trimestre de 2015, com uma credenciada. Em 2016 foram outras quatro, e 2017 já começa com duas credenciadas e mais cinco em fase de negociações e fechamento de contratos. Hoje, a Rede Provectum conta com 17 unidades em operação, das quais sete foram abertas nos últimos 20 meses.
proposta do sistema de Parcerias foi concebida como uma estratégia para unir empresários do setor imobiliário de Campinas, em um momento de dificuldade financeira do mercado e contornar a queda nas vendas e locação. “A ideia foi inspirada em um modelo de negócios já consagrado em mercados maduros, como Estados Unidos e no próprio Brasil, baseado no compartilhamento de imóveis exclusivos por imobiliárias”, conta Luiz Antônio Bueno, Diretor Geral e fundador da Rede Provectum.
Segundo Renato Filipponi da Costa, coordenador da Rede Provectum e responsável pela implantação e gerenciamento do projeto, a iniciativa visa reunir imobiliárias que estejam estabelecidas há pelo menos três anos no mercado, tenham pelo menos cinco corretores cadastrados e com um histórico ilibado no mercado. Este grupo de empresas compartilhará um cadastro único de imóveis – para venda e locação -, ampliando as possibilidades de negócios e de ganhos conjuntos.
“A princípio, pode parecer que a empresa que está se credenciando vai perder lucro. Mas é o contrário. Pois ela passa a contar com um número muito maior de imóveis para negociar, ganhando em volume ao longo do tempo”, completa Costa.
PROVECTUM LANÇAMENTOS
Com um nome consolidado na Região de Campinas em negociações de compra, venda e aluguel de imóveis, a Rede Provectum decidiu dar um passo a mais na diversificação de seus negócios. A empresa acaba de criar uma nova divisão para atuar exclusivamente com lançamentos Imobiliários, tendo como Diretor Comercial Manoel Omati Duarte e Diretor de Vendas João Batista de Melo. Os dois profissionais foram contratados para atuar e desenvolver a Provectum Lançamentos.
Essa nova divisão é formada por uma equipe com 250 colaboradores, dentre eles corretores e gerentes regionais de negócios. “A Provectum Lançamentos irá atuar, inicialmente, em toda Região Metropolitana de Campinas (RMC), São Paulo, Região Metropolitana de São Paulo e Sul de Minas Gerais, podendo ampliar seu raio de negócios com a evolução do mercado”, comenta Duarte.
Segundo o Diretor Comercial da Provectum Lançamentos, o momento escolhido pela empresa para o lançamento dessa divisão é bastante oportuno e promissor, tendo em vista o reaquecimento do mercado imobiliário, após várias medidas tomadas pelo governo federal e a redução em curso das taxas de juros. “Já estamos com números de lançamentos de novos empreendimentos apresentando significativa melhora”, conta. “Nossa expectativa é em torno de 3000 unidades a serem comercializadas pela Provectum Lançamentos ainda este ano”, aponta o Diretor Comercial.
Além de empreendimentos direcionados para médio e alto padrão, o foco também estará em loteamentos fechados e no segmento econômico, dentro do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida. Este segmento, por conta dos incentivos governamentais, com juros menores e alongamento dos prazos de financiamentos, deverá crescer acima da média do mercado nos próximos anos, segundo projeções de especialistas do mercado imobiliário. Segundo o Diretor Comercial Manoel Omati Duarte, a Provectum Lançamentos já negocia acordos de parcerias com construtoras para comercializar os imóveis por elas lançados dentro do Programa.
RESULTADOS
Ao contrário das previsões pessimistas de especialistas para o mercado imobiliário, os números registrados pela Rede Provectum em 2016 mostram uma retomada dos negócios no âmbito regional. Com uma forte recuperação a partir de maio, a empresa fechou os doze meses com crescimento, tanto de faturamento como locação de imóveis, além de aumento no ticket médio de negócios fechados.
Segundo o Diretor Geral da empresa, Luiz Bueno, o mercado imobiliário regional deu sinais claros de reação a partir de maio do ano passado, mesmo diante da crise financeira e política do País, que paralisou a maior parte dos setores e afastou os consumidores das compras longas. O aumento no faturamento foi decorrente de um crescimento no valor de imóveis pagos pelos clientes. “As pessoas estão gastando mais na compra de uma casa ou apartamento. No ano passado, o ticket médio subiu R$ 112 mil, passando para R$ 323,4 mil, com predominância de vendas de apartamentos”.
O setor de locação, um segmento muito forte na região, também passou longe da crise no ano de 2016. Alavancado pela grande rotatividade de jovens universitários e transferências de profissionais das empresas estabelecidas na região, este setor superou os negócios do ano anterior. Se tomado como base o período entre 2011 e 2016, o aumento foi de 45%.

22/02/2017

Saiba tudo sobre o IR 2017

Quem ganhou mais de R$ 28.559,70 em 2016 é obrigado a fazer a declaração do Imposto de Renda de 2017. O prazo de entrega vai de 2 de março a 28 de abril.
O contribuinte pode escolher o modelo completo ou o simplificado para enviar sua declaração. Na opção pelo simplificado, é aplicado o desconto padrão de 20% (independentemente de gastos com saúde e educação, por exemplo). O limite para esse desconto de 20% é de R$ 16.754,34.

Veja em detalhes quem é obrigado a declarar:

  • Recebeu mais de R$ 28.559,70 de renda tributável no ano (salário, por exemplo); ou
  • Ganhou mais de R$ 40 mil isentos, não tributáveis ou tributados na fonte no ano (como indenização trabalhista); ou
  • Teve ganho com venda de bens (casa, por exemplo); ou
  • Comprou ou vendeu ações em Bolsas; ou
  • Recebeu mais de R$ 142.798,50 em atividade rural (agricultura, por exemplo) ou tem prejuízo rural a ser compensado no ano calendário de 2016 ou nos próximos anos; ou
  • Era dono de bens de mais de R$ 300 mil; ou
  • Passou a morar no Brasil em qualquer mês e ficou aqui até 31 de dezembro; ou
  • Vendeu uma casa e comprou outra num prazo de 180 dias, usando isenção de IR no momento da venda

12/01/2017

Temos uma importância social, econômica e de segurança patrimonial


Se você tem dúvidas se utiliza "aplicativos" que se propõe a aproximar compradores de vendedores, ao invés do trabalho de uma imobiliária ou corretor de imóveis, leia o texto abaixo:

'Temos uma importância social, econômica e de segurança patrimonial' Essa foi uma das constatações expostas pelo presidente do CRECISP, José Augusto Viana Neto, durante palestra ministrada na sede do Conselho, na última semana. Viana falou sobre a disputa que vem sendo travada entre os profissionais do segmento imobiliário e os aplicativos que se propõem a executar a mesma tarefa de aproximação das partes, com a vantagem de não cobrarem comissão para tal. Segundo o presidente, a corretagem de imóveis é uma atividade que surgiu da percepção do Estado brasileiro de que havia um desequilíbrio cultural na relação entre compradores e vendedores de imóveis que, invariavelmente, gerava sérias injustiças sociais. "As transações envolvem muito dinheiro e, na maioria das vezes, representam todas as economias de uma vida. Assim, nos anos 40, 50, com o aumento significativo no volume de negócios imobiliários, o abuso do conhecimento sobre os mais humildes também foi muito grande. O Estado achou por bem, então, criar uma profissão que representasse um esteio, um porto seguro à sociedade nessas negociações, pois precisava de um profissional que protegesse as partes contratantes da desonestidade e da falta de ética. O corretor é o único anteparo entre as partes." Viana ressaltou que essa é uma carreira que exige preparo técnico especializado, pois o profissional está submetido e deve respeito, seriedade e fidelidade a todos os envolvidos no negócio. "É uma atividade dificílima, pois estamos entre duas partes com interesses totalmente antagônicos. Quem vende quer obter o maior preço possível e quem compra, quer pagar o mínimo. Temos que equilibrar os dois interesses. Visto dessa forma, é preciso que se crie uma consciência de que o cliente terá no corretor alguém para assessorá-lo, e não simplesmente um vendedor de imóveis." Para o presidente, o surgimento de aplicativos que proporcionam o contato do proprietário com eventuais interessados em nada difere dos antigos anúncios de jornais, nos quais afirmava-se não aceitar corretores na negociação. "Vejo que, assim como esses anúncios, os aplicativos não terão vida longa, pois lhes falta uma característica essencial: a segurança." Viana levou os participantes a refletirem sobre os riscos de o proprietário agendar uma visita pela internet e receber um desconhecido em seu imóvel, sem que tenha havido uma triagem prévia ou que se tenha qualquer referência sobre esse pretenso cliente. "Quantos casos são noticiados de sequestros, estelionatos, roubos, quando não são tomadas as devidas precauções! Infelizmente, vivemos em um mundo em que uma parcela das pessoas busca a obtenção de vantagens fáceis em cima da ingenuidade alheia." Nessa linha de raciocínio, antes de se preocupar com as novas ferramentas tecnológicas, é imprescindível que o corretor valorize sua profissão, atuando em consonância com o Código de Ética que a rege, evitando atritos entre as partes e, principalmente, promovendo a segurança patrimonial, que é a razão fundamental dessa atividade. "O legislador pensou no corretor como o profissional destinado a manter o equilíbrio da transação, em todos os sentidos. Em alguns países, ninguém compra ou vende imóveis sem o intermédio do corretor, porque nesses locais a sociedade já compreendeu essa mensagem. Um aplicativo jamais vai conseguir substituir a nossa atividade pela simples razão de não ter condições de desempenhar todo o trabalho que somente um profissional experiente e gabaritado está apto a fazer."
←  Anterior Proxima  → Inicio